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quinta-feira, 5 de maio de 2016

SAMAS ...o pior vírus de computador já criado


Novos tipos de vírus surgem a cada dia na internet. No entanto, um em especial vem tirando o sono de muita gente, até mesmo do FBI. O escritório de crimes virtuais do serviço de Inteligência dos Estados Unidos emitiu, no início de abril, uma nota sobre o ransomware SAMAS, um vírus capaz de criptografar e “sequestrar” arquivos de computadores ao redor do mundo. Além de afetar o dispositivo infectado, ele pode se espalhar por qualquer rede que o aparelho com o vírus se conectar.
A criptografia utilizada e de altíssimo nível (1024 bits) tornando praticamente impossível de se descobrir a senha.
O ataque não é notado até que o usuário tente acessar os dados (que podem ser documentos, vídeos, imagens), quando o malware informa que os arquivos foram codificados e só serão liberados mediante pagamento via moedas virtuais (bitcoins). Segundo um relatório da Kaspersky Lab, especialista em antivírus, o Brasil ocupa o incômodo 1º lugar dentre os países latino-americanos mais atacados pelo ransomware SAMAS. Confira então algumas dicas de como se proteger dessa ameaça:
Faça backup regularmente: Procure manter um calendário para fazer cópias de segurança de seus dados pelo menos uma vez por semana. Se for servidor de empresa a possibilidade de se fazer mais de um bkp por dia se torna imprescindível.
Tenha planos B e C: O ideal é possuir ao menos dois backups, um em nuvem e outro em um dispositivo físico como HD externo e pen drive. Manter mais de uma opção garante que você não terá problemas para recuperar os dados, caso uma das alternativas seja comprometido pelo vírus.Uma dica importante é não manter o dispositivo conectado ao computador após o bkp, pois poderá ser criptografado também.
Cuidado com links: Não saia clicando em tudo o que chega. Os hackers mascaram os vírus em e-mails falsos, como promoções de lojas virtuais e comunicados de bancos. Tome cuidado também com mensagens de amigos e familiares que não fazem sentido, eles podem ter sido alvo de ataques virtuais.
Atenção ao nome dos arquivos: Vírus costumam ter extensões específicas (as três letras finais que vêm após o nome do documento). Fique atento a .EXE, .vbs e .SCR, que são as mais utilizadas pelos cibercriminosos. Para facilitar, habilite a opção de “mostrar a extensão de arquivos” em seu sistema operacional. Por exemplo, no Windows, vá em “Opções de Pastas” no “Painel de Controle” e desmarque a opção de ocultar a extensão em “Modo de Exibição”.
Software em dia: Atualize regularmente seu sistema operacional, navegador e outros programas. Os vírus tendem a explorar vulnerabilidades dos sistemas e as atualizações têm como um dos objetivos corrigir as brechas e falhas existentes, aumentando a segurança.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Curiosidade: Os 10 vírus mais perigosos já criados




A internet mudou a vida de muita gente. Principalmente da nova geração, que parece ter nascida grudada nas telinhas de computadores e tablets.

Mas antes de existir Facebook e internet em alta velocidade, a rede era uma oportunidade para os mais curiosos em tecnologia. A geração de gênios da computação resultou no desenvolvimento de vários vírus de computador, famosos até hoje pelo seu poder de destruição.

Foi apenas no final dos anos de 1990 que a segurança digital se tornou prioridade entre usuários e grandes empresas, fazendo com que o antivírus passasse a ser uma ferramenta fundamental para que desejasse manter seus dados longe de hackers. 

De lá para cá, muita coisa mudou. Mas vírus continuam a aterrorizar muita gente na web. 

Confira uma lista publicada pelo site especializado em tecnologia e ciência Live Science.


1 – Stoned
 Mesmo sem a internet como uso popular, os vírus já botavam medo e se espalhavam por meio de disquetes. É o caso do Stoned, um dos primeiros vírus perigosos a surgir, em 1987. Os usuários infectados eram assustador por uma mensagem na tela que dizia: “Seu computador está agora apedrejado”.

2 – Jerusalém
Naquele mesmo ano,  o vírus Jerusalém começou a se espalhar. Esse vírus foi muito mais destrutivo do que o Stoned, pois infectava arquivos dos tipos .exe e .com. Ele era peculiar, e só atacava os computadores nas sextas-feira 13. O poder destrutivo do Jerusalém causou danos para cerca de dezenas de milhares de usuários infectados.

3 – Morris Worm
No ano seguinte, em 1988, a criação de vírus tornou-se crime e Robert Tappan Morris, filho de um famoso cientista da computação, foi a primeira pessoa condenada sob Fraude Informática e Lei de Abuso. Ele criou o primeiro “worm”, um tipo de programa que se espalha nas máquinas sem que haja interação com o usuário. Esse tipo de vírus infectou cerca de 10% dos computadores conectados à internet. Imagine que não eram muitos. 

 4 – Concept
Nos anos 90, os vírus evoluíram, assim como a tecnlogia. Em 1995, o vírusConcept  foi o primeiro programa malicioso a infectar documentos do Microsoft Word. Com a internet mais popular, era mais comum usuários infectados compartilharem esses documentos por e-mail. O vírus foi rapidamente espalhado, causando "bugs" nas máquinas. 

 5 – Melissa
Melissa foi um vírus nada agradável.  Quando infectava computador, ele identificava outros 50 usuários da lista de contatos da vítima, e se espalhava de computador para computador. A contaminação aconteceu em massa, e para que mais usuários não fossem atingidos, empresas como a Intel e a Microsoft foram forçadas a desligar por um tempo seus servidores de email até que o vírus fosse eliminado.

6 – Love Bug
O nome pode ser bonitinho, mas o Love Bug é um dos vírus mais perigosos do mundo. Ele infectou mais de 50 milhões de computadores em apenas nove dias.  Poderoso? Sim! O vírus se espalhou rapidamente por e-mail, disfarçado de uma mensagem de amor de um admirador secreto. Quando o usuário abrir o email, o script anexado excluía arquivos pessoais e mudava a página inicial do Internet Explorer, desencadeando uma montanha de lixo eletrônico. 

7 – Anna Kournikova
A famosa jogadora de tênis ganhou uma baita homenagem em 2001. Foi o primeiro vírus Kournikova "pegadinha", que oferecia fotos e vídeos, e na verdade, instalava programas maliciosos. Quem era fã da tenista logo caia na brincadeira. 

8 – Code Red
Podem até dizer que era coisa de comunista, mas na verdade o Code Redinfectou apenas 350 mil computadores. A destruição maior ficou por conta dos ataques aos servidores da Microsoft e pela dificuldade em eliminar a praga. 

9 – Nimda
Nimda surgiu logo após os ataques terroristas de 11 de setembro. Por causa disso, foi ligado erroneamente ao grupo Al Qaeda. Estima-se que ele tenha causado prejuízos de milhares de milhões de dólares. O Nimda era um vírus completo, com estrutura de um worm e um cavalo de Tróia (programa que finge ser benigno, mas não é). 

10 – Netsky e Sasser
Os worms Netsky e Sasser chamaram atenção por terem entrado em sistemas de comunicação por satélite da agência de notícias francesa France-Presse, e por ter causado problemas à companhia Delta Air Lines, fazendo com que alguns voos fossem cancelados.  


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

WhatsApp é usado para disseminar Vírus Zeus

Os pesquisadores do laboratório da ESET América Latina identificaram uma nova ameaça que utiliza o popular aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp. Segundo os especialistas, a campanha utiliza uma falsa mensagem de voz, com o intuito de disseminar o Zeus, uma das ameaças virtuais mais populares, voltada a roubar informações pessoais e dados bancários. 

Vale destacar que se trata do segundo golpe que utiliza o WhatsApp identificado pelos pesquisadores da ESET em apenas uma semana. Na campanha anterior, voltada a usuários brasileiros, os cibercriminosos utilizaram um falso e-mail prometendo o WhatsApp para PCs. 

O novo golpe utiliza um e-mail que simula uma mensagem de voz do WhatsApp e que apresenta um arquivo comprimido na mensagem, intitulado “Missed-message.zip”. Ao descompactá-lo, o usuário roda um arquivo executável com o mesmo nome, que funciona como um dropper – técnica comum utilizada pelos cibercriminosos para fazer com que um arquivo aparentemente inofensivo descarregue outras ameaças. 

O segundo dropper inicia um processo chamado kilf.exe, que tem a função de limpar a cena, apagando os arquivos mencionados anteriormente, graças a um arquivo com extensão BAT, que também elimina a si mesmo. Logo, aparece um segundo executável, que é o malware (código malicioso) por trás do botnet Zeus (ZBot), que é detectado pelas soluções ESET como Win32/Spy.Zbot. 

Ao longo de todo o ciclo, o malware manipula os controladores de som do sistema operacional infectado, simulando ser um arquivo de áudio verdadeiro. “Os cibercriminosos aproveitam a popularidade do WhatsApp para disseminar campanhas. Para não ser vítima de casos como esse, é importante contar com uma solução de segurança que detecte a ameaça. Além disso, recomendamos verificar se a informação em questão, nesse caso a mensagem de voz, é verídica”, analista Raphael Labaca Castro, Coordenador de Awareness & Research de ESET Latinoamérica. 

Fonte: ESET